✨ Ontem à noite, a Sala dos Espelhos do MuMMa ganhou nova vida com a performance de Filipe Rodrigues e Frederico Dinis, integrada na exposição “Origem e Inocência: Uma Jornada pela Memória”.
Entre desenho em tempo real e ambiente sonoro criado a partir das memórias visuais do museu, o público assistiu a um momento único e profundamente imersivo.
Obrigado a todos os que se juntaram a nós!
Sobre a exposição:
“Origem e Inocência: Uma Jornada pela Memória”, uma exposição de pintura e desenho da autoria de Filipe Rodrigues, concebida em exclusivo para este espaço cultural.
Inspirando-se na história do edifício que hoje acolhe o Museu – o Palacete Visconde de Trevões – no seu primeiro proprietário, na arquitetura singular, no mobiliário que atravessou épocas, bem como nas múltiplas funções que o imóvel desempenhou ao longo do tempo, o artista desenvolveu um conjunto de cerca de trinta obras, entre telas e desenhos. A ligação histórica e simbólica de Matosinhos ao mar surge igualmente como fio condutor desta mostra.
No livro que acompanha a exposição, Filipe Rodrigues sublinha: “ a exposição Origem e Inocência: Uma Jornada pela Memória no Museu da Memória de Matosinhos constrói-se com origem no meu processo artístico individual, contextualizado entre o acervo e em circunstâncias históricas, críticas e estéticas do Museu da Memória de Matosinhos”
E acrescenta:
“As histórias contidas no Palacete Visconde de Trevões são infindáveis, existem histórias dentro de histórias, personalidades, segredos, acontecimentos que nunca chegarão a conhecer a luz do dia. O Palacete foi casa, escola, biblioteca, acomodou amores, conquistas e perdas. Os mais variados objetos que nos chegam até hoje, são testemunhos de tempos, fractais e silenciosos, imaginamos o que viveram.”
Natural de Mafamude, Filipe Rodrigues é licenciado e doutorado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Mantém atelier em Vila Nova de Gaia e reparte a sua atividade profissional entre a pintura e a docência.
A exposição “Origem e Inocência: Uma Jornada pela Memória” constitui, assim, uma oportunidade única para o público conhecer a mais recente criação do artista, em diálogo íntimo com a memória coletiva e a identidade cultural de Matosinhos.