
Gratuito
Abril a setembro: 3ª a domingo 10h-13h e 15h-18h;
Outubro a março: 3ª a 6ª 10h-13h e 15h-18h; sábado, domingo e feriados 15h-18h
A Casa do Design inaugurou no final de 2023 a exposição "Pádua Ramos: da Arquitetura ao Design", organizada pela esad—idea. Uma retrospetiva dedicada ao arquiteto Luís Pádua Ramos (1931 - 2005), cujas obras mais representativas expressam a procura de uma dimensão simbólica e semântica da arquitetura, contaminada pela Arte Nova, Art Déco e Arte Popular, mas também pela Pop Art e pelos movimentos radicais e pós-modernos que naqueles anos atravessavam a Europa e os Estados Unidos: do grupo Archigram aos grupos Superstudio e Archizoom, do grupo Memphis a Michael Graves e James Stirling, Robert Venturi e Charles Moore.
A retrospetiva é dedicada ao arquiteto Luís Pádua Ramos (1931 - 2005), cujas obras mais representativas expressam a procura de uma dimensão simbólica e semântica da arquitetura, contaminada pela Arte Nova, Art Déco e Arte Popular, mas também pela Pop Art e pelos movimentos radicais e pós-modernos que naqueles anos atravessavam a Europa e os Estados Unidos: do grupo Archigram aos grupos Superstudio e Archizoom, do grupo Memphis a Michael Graves e James Stirling, Robert Venturi e Charles Moore.
Luís Pádua Ramos começa a sua atividade profissional como colaborador no gabinete de projetos de José Carlos Loureiro, em 1955. Em 1960 torna-se seu sócio, criando o GALP — Gabinete de Arquitectura, Urbanismo e Engenharia, Lda. Desta colaboração surgem numerosos projetos. Os exemplos mais paradigmáticos são o Hotel D. Henrique (1966) e o conjunto residencial Campo do Luso (1962), no Porto. A parceria com o arquiteto José Carlos Loureiro e a forte influência de um Movimento Moderno já maduro em Portugal proporcionaram muito cedo um fértil terreno de experimentação ao jovem Luís Pádua Ramos que, desde as primeiras obras, inteiramente de sua autoria — tais como as duasmoradias para a sua família e para os pais, na Estrada da Circunvalação, no Porto (1960), e a Casa em Fão (1960) — desvendam uma peculiar capacidade de olhar para além do ideal absoluto, estático e imutável próprio do Movimento Moderno.
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